Em (Hiper)Foco (2024)

Crítica: Em (Hiper)Foco (2024)

Cobertura CineOP 2026 — PDM

Nesse curta acompanhamos um breve momento na vida de Nathan, que se filma, filma o nada, e leva um tombo. 

A nova fronteira da arte

Um dos melhores curtas do dia. Nathan é uma estrela. O jeito que ele se filma sem filmar, filma o nada mostrando o tudo, e se usa como um experimento sobre tudo que o cinema é e deixa de ser é simplesmente genial. Nathan hoje já deixa o pessoal do Dogma 95 no chinelo. 

A direção de Vânia Brega também é bastante sensível, deixando Nathan nos surpreender com seus (não) movimentos – ou movimentos não óbvios – e depois ainda nos demonstra em outra câmera como tudo aconteceu, fazendo meio que um outtake, um bastidores, um duplo do filme enquanto o filme acontece. Se alguém está procurando a nova fronteira da arte, não procure além de Em (Hiper)Foco (2024).